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Crescimento econômico de 2012 pode ter sido só de 1%

Resultado oficial será divulgado pelo IBGE na próxima sexta-feira

Agência Brasil - Redação Publicação:27/02/2013 14:05Atualização:27/02/2013 14:12

 (	Kleber Sales/CB/D.A Press)
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, estima que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012 ficará em 0,9% ou 1%. O resultado oficial deverá ser divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na próxima sexta-feira (1º). Para 2013, Skaf está mais otimista e estima expansão de 2,5% a 3%.

 

“O crescimento de 2012 já frustrou e não é nenhuma novidade. Agora, o que importa é que nós já estamos quase em março de 2013 e o que importa é o que irá acontecer em 2013. E a expectativa é crescimento em torno de 2,5% a 3%”, disse. Ele informou ainda que os números no final do ano e no começo de 2013 já sinalizavam um crescimento melhor para este ano.

 

A estimativa do presidente da Fiesp, porém, está abaixo da previsão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que indicou 4% de crescimento da economia brasileira em 2013 ao conversar com jornalistas no final do ano passado. O ministro tem dito que o mercado estima uma expansão entre 3% e 4% e que isso representa uma aceleração significativa na comparação com o ano passado.

 

Segundo o boletim Focus, divulgado esta semana pelo Banco Central, a estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pela instituição é que a economia cresça 3,1% este ano, projeção inferior à do ministro Guido Mantega.

 

Paulo Skaf participa da 40ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), coordenada pela presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. O encontro tem como tema principal a discussão sobre investimentos e recomendações para sustentar e acelerar a trajetória de desenvolvimento do país, com geração de emprego e renda, expansão e diversificação da base industrial. Participam da reunião, que ocorre em comemoração aos dez anos do CDES, autoridades do governo e empresários.

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EDIÇÃO 58 | outubro de 2017