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Arena multiuso produzirá energia para a capital

Cerca de 2 mil residências terão eletricidade gerada pela cobertura do estádio, que receberá a Copa das Confederações e o Mundial do ano que vem

Agência Brasília - Redação Publicação:09/04/2013 15:19Atualização:09/04/2013 15:21

 (Mary Leal/ Agência Brasília)
O novo Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha que será inaugurado no próximo dia 24 não será apenas um centro esportivo. O primeiro estádio do mundo a receber o selo Leed Platinum, um reconhecimento internacional de sustentabilidade, será, também, um importante gerador de energia elétrica para o Distrito Federal.

Células sensíveis à luz instaladas na cobertura do estádio serão capazes de transformar a luminosidade do sol em 2,4 megawatts de energia, o suficiente para iluminar 2 mil casas com alto perfil de consumo.

Essa quantidade de energia é suficiente para abastecer a arena multiuso em dias de jogos ou outros eventos, como shows. Assim, como o espaço não receberá esse tipo de programação todos os dias, enquanto estiver fechado essa energia servirá para iluminar residências.

Rentável

 

Em entrevista coletiva com a imprensa internacional, na manhã desta segunda-feira (8/4), o governador Agnelo Queiroz ressaltou que o espaço será um importante indutor de desenvolvimento. "Apenas os visitantes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo devem trazer R$ 4 bilhões para o Distrito Federal", ressaltou.

Ele disse, ainda, que o espaço servirá como fonte de renda para o DF. "Já temos uma agenda cheia para o Estádio Nacional antes e depois da Copa do Mundo, como a Universíade, que a cidade é candidata. O resultado deve sair no fim deste ano. Diante disso, devemos passar a administração da arena à iniciativa privada, o que renderá recursos para o GDF", contou.

Limpo

 

O teto do novo Mané Garrincha é equipado com uma película capaz de reter a poluição. Por dia, retirará da atmosfera os poluentes equivalentes ao que é emitido por mil carros.

A água da chuva carregará os resíduos captados pelo telhado, depositando-os em um lago, onde, com ajuda de bactérias e plantas, será naturalmente limpa, sendo reutilizada nos banheiros do estádio.

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EDIÇÃO 55 | Julho de 2017