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Que tal acabar com a gordura localizada sem cirurgia?

Método chamado de lipocavitação atua nas células adiposas, eliminando a gordura pelos vasos linfáticos, urina e sistema digestivo

Da redação com Assessorias - Redação Publicação:14/11/2014 14:03

Toda mulher quer se livrar das temidas gorduras localizadas, mas muitas temem os riscos envolvidos na lipoaspiração (Reprodução)
Toda mulher quer se livrar das temidas gorduras localizadas, mas muitas temem os riscos envolvidos na lipoaspiração
Sol e biquíni formam uma combinação perfeita. Menos quando se tem umas gordurinhas sobressalentes. Cada vez mais as brasileiras estão recorrendo à lipoaspiração para eliminar a gordura persistente – aquela que não desaparece mesmo quando a dieta é bem sucedida. Mas quem não se sente pronta para uma cirurgia estética ou tem contraindicações a esse tipo de procedimento pode recorrer a tratamentos não-invasivos, como a lipocavitação, que ataca diretamente a celulite e a gordura localizada.

 

"Esse método nos permite destruir os depósitos de gordura e a eliminar via sistema linfático, urinário e digestivo. Diferentemente de outros modos, que apenas drenam a água dos tecidos, a lipocavitação age diretamente sobre as células adiposas. Em alguma medida, os resultados são tão bons que se assemelham à lipoescultura, só que sem o inconveniente da cirurgia", diz o cirurgião plástico Alieksiéi Carrijo.

Nesse método, ondas de ultrassom são conduzidas pela pele e promovem a formação de microbolhas que, por sua vez, têm a missão de liquefazer a gordura localzada, para, então, ser excretada do corpo. O médico explica que a lipocavitação tem apresentado uma série de vantagens em relação a procedimentos com resultados semelhantes: "Primeiramente, trata-se de um procedimento seguro e com resultados progressivos, já que o número de sessões é dimensionado para cada paciente. Além disso, é indolor e dispensa todos os procedimentos incômodos de uma lipoaspiração, como anestesia, internação, convalescença e possibilidade de cicatrizes. Obviamente, é preciso um exame detalhado para decidir entre um procedimento e outro, já que há casos em que o tratamento cirúrgico desponta como melhor solução".

A lipocavitação é especialmente indicada para tratar de forma segura e eficaz algumas zonas que normalmente são bastante difíceis de mostrar resultados, como abdômen, flancos, coxas, bumbum, culotes, costas e braços. De acordo com Carrijo, cada zona deve ser tratada separadamente para que os resultados sejam bem-sucedidos. Outro ponto importante é a contraindicação. "Pessoas com doenças de pele, infecções, quadro de febre, cardiopatias, pressão alta, doenças da tireóide, câncer ou problemas vasculares não devem passar por esse tipo de tratamento. Pacientes gestantes ou em fase de amamentação, também não".

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EDIÇÃO 57 | Setembro de 2017