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Lâmpadas incandescentes saem do mercado a partir do dia 30

A mudança vem sendo feita desde 2010 e, agora, afeta lâmpadas abaixo de 40 W

Da redação com Agência Brasil - Publicação:13/06/2016 14:24Atualização:13/06/2016 14:27
Consumidor terá opções mais econômicas e duráveis no mercado (Reprodução/Pixabay)
Consumidor terá opções mais econômicas e duráveis no mercado
As lâmpadas incandescentes não vão mais ser vendidas no Brasil a partir do dia 30 de junho. Os estabelecimentos, importadores e fabricantes serão fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e quem não atender à legislação poderá ser multado.

A restrição foi estabelecida em uma portaria interministerial de 2010, que tem como objetivo minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

A venda de lâmpadas incandescentes começou a ser proibida no Brasil em junho 2012, com a exclusão do mercado de lâmpadas com potência acima de 150 watts (W). Depois, foi a vez das lâmpadas entre 60 W e 100 W, em 2013. Em dezembro de 2014, foram substituídas as lâmpadas de 40 W a 60 W. O processo de substituição terminará em 30 junho deste ano, com a participação de unidades com potência inferior a 40 W.

"A proibição da venda das lâmpadas incandescentes no país ajuda a estimular a adoção de opções mais econômicas e duráveis, como o LED, já adotado amplamente em outros países como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina, Venezuela, na União Europeia", informa o Ministério de Minas e Energia.
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EDIÇÃO 57 | Setembro de 2017