..
  • (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Existe uma hepatite que afeta os cães, sabia?

A doença é transmitida pelo adenovírus e pode ser muito grave

Da redação com Assessorias - Redação Publicação:27/10/2017 11:22

Nem todo tutor sabe, mas existe uma forma de hepatite que acomete os cães. A hepatite infecciosa canina, também chamada de Doença de Rubath, pode afetar diversas regiões do corpo do pet e até mesmo prejudicar o sistema nervoso central. A doença costuma evoluir e se manifestar de maneiras diferentes, sendo capaz de levar o cachorro à morte em questão de horas, nos casos mais graves.

A hepatite infecciosa canina pode ser muito perigosa para o cãozinho. Mas, a boa notícia é que ela é facilmente evitada por meio da vacinação (Pixabay)
A hepatite infecciosa canina pode ser muito perigosa para o cãozinho. Mas, a boa notícia é que ela é facilmente evitada por meio da vacinação
 

De acordo com a clínica Health for Pet, os sinais clínicos da hepatite canina podem ser facilmente confundidos com outras enfermidades, especialmente a cinomose. A doença pode permanecer incubada no animal por até sete dias antes de manifestar os primeiros sintomas. Por isso, é sempre importante consultar um médico veterinário para que seja realizado um diagnóstico seguro.

 

"Fique em alerta aos sintomas nos casos agudos: febre; conjuntivite; mucosas amareladas; vômito; diarreia; falta de apetite e sede intensa. Já nos casos de forma superagudos, o animal não aparenta praticamente nenhum sintoma. Infelizmente, muitos proprietários só vão descobrir que o animal apresentava a doença depois da morte, na necropsia", esclarece a clínica.

 

Prevenção

 

A única e mais eficiente forma de prevenção é por meio da vacina polivalente, que ajuda a combater os vírus da hepatite, o adenovírus tipo 1 – que é considerado o principal causador da doença.

 

Como não existe tratamento específico contra o antígeno, os cães afetados pela hepatite infecciosa recebem medicamentos que amenizam os sintomas, antibióticos para evitar outras infecções e até mesmo transfusão de sangue, para ajudar no combate ao vírus.

COMENTÁRIOS
Os comentários estão sob a responsabilidade do autor.

EDIÇÃO 58 | outubro de 2017