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VIDA DIGITAL

Fred Bottrel - Colunista Publicação:17/09/2013 14:19Atualização:17/09/2013 14:25

João Paulo Brandão Barboza, um dos idealizadores da turma do Fibing, com parte da equipe ao fundo: 'Queremos inspirar cultura mais criativa', diz (Minervino Junior/ Encontro/ DA Press)
João Paulo Brandão Barboza, um
dos idealizadores da turma do
Fibing, com parte da equipe ao fundo:
"Queremos inspirar cultura mais
criativa", diz
SUPERQUADRA CRIATIVA

Le Corbusier e Lucio Costa provavelmente curtiriam a novidade: a unidade de vizinhança 01, que concretiza as utopias de espaço urbano capaz de reatar relações entre vizinhos nas grandes cidades, vai contar com a tecnologia para incrementar essa ideia, em mais uma demonstração de pioneirismo em Brasília. Começam ali, este mês, os testes do Fibing, curioso projeto que une mídia social, compras coletivas e financiamento colaborativo em prol do índice conhecido como FIB (Felicidade Interna Bruta).


“As primeiras microssoluções vão transformar a banca de revista, principal ponto de encontro comunitário, numa vitrine de ações criativas e colaborativas: teto verde, wifi grátis, TV comunitária, painel de fotos e histórias locais, empréstimo de bicicletas...”, conta João Paulo Brandão Barboza, um dos idealizadores. A turma do Fibing – grupo de voluntários de diferentes áreas de atuação – chama a novidade de “superquadra criativa”: a primeira a implementar a ideia é a 307 Sul.


Os recursos virão do lucro proveniente das compras coletivas da plataforma. O consumo em massa, que permite descontos generosos, gera um bom dinheiro para os donos dos sites de compras coletivas. No caso do Fibing, os produtos à venda envolvem o comércio local e o dinheiro é revertido em ações para a própria comunidade. As marcas se associam à boa causa e fazem marketing com isso.


A ideia é promover descontos e acelerar investimentos coletivos (via crowdfunding) em inovações sociais para desenvolver o ambiente comunitário. “Queremos inspirar cultura mais criativa, unida à economia colaborativa, para incentivar novos e positivos comportamentos de consumo e novas lógicas de comunicação, engajamento e empreendedorismo local”, conta Barboza.

 

Encontro Teste

A boa resolução de fotos do iPhone torna economicamente vantajosa a compra de um bom case resistente para fotos debaixo d’água. A Lifeproof Gen2, para iPhone 4S e 5, é uma das boas opções. Blinda o aparelho, tornando-o resistente a água, vento, areia – só não suporta mergulhos muito intensos. É muito importante também testar a vedação do acessório antes de arriscar o precioso aparelho por aí. O bacana é que a capinha permite que a tela continue clicável. Tem espaço até para recursos malucos: o case vem com fone de ouvido, que pode ser usado debaixo d’água. Quem vai usar isso eu não sei, mas está lá para quem quiser.

Ficha técnica
Compatibilidade: iPhones 4S e 5
Cores: roxo, rosa, branco, preto, cinza, vermelho, verde, laranja
Profundidade suportada: 2 metros

 

Brasília Invaders

 (Marco Ninni/ Divulgação)

O clássico game dos anos 1970 Space Invaders tomou conta do Panteão dos Heróis e Heroínas da República para abrir o primeiro Festival Internacional de Inovação Multimídia (FIIM) ocorrido no fim de agosto, na capital. “Foi uma ação meio pirata; trocamos as naves espaciais originais por rostos de políticos, que eram alvo de quem passava pela praça dos Três Poderes e resolvia extravasar com o iPad”, conta Rodrigo Barata, diretor da produtora Pylha, realizadora do festival junto ao Criolina e o Midialab da Universidade de Brasília (UnB). O Brasília Invaders, que usa três projetores de alta potência sincronizados, deve voltar a novos prédios e monumentos da capital ainda este ano.

 

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EDIÇÃO 58 | outubro de 2017