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Coluna »

Gente da capital

Zuleika de Souza - Publicação:11/11/2013 15:33Atualização:11/11/2013 16:01
 (Fotos: Zuleika de Souza/CB/DA Press)
Esse moço de Brasília
 
Victor Parucker nasceu dentro da tradicional Casa do Rio Grande do Sul. Desde os 16 anos, trabalha na loja fundada pelo avô. Fez ciência contábeis na UnB, mas gosta mesmo é de administrar. Em 2009, abriu com Pedro Meira uma empresa de consultoria financeira focada em pequenas e microempresas, a Biz Gestão Criativa. Em 2012, trouxe para a capital a franquia da Endossa, uma loja colaborativa que inova no varejo e incentiva estilistas e designers. Fica na 307 Sul, onde Victor atrai público com as ferinhas de arte e artesanato, embaladas por DJs. Já chegou a fechar a comercial para os carros numa tarde regada a samba. No mês passado, com Cecília Lindgren, abriu a Galeria Inverso, com arte urbana, design e ilustração, criando um novo espaço na loja. O brasiliense nato não para: sua diversão inclui aprender línguas. O filho de agrônomos também é apaixonado pelo nosso bioma e pelo conceito das Superquadras, onde gosta de caminhar e conversar com os amigos.
 
 
 
 
 
 
Desenha Muito
 (Fotos: Zuleika de Souza/CB/DA Press)
 
Virgílio Neto, meio brasiliense, meio anapolino, formado em desenho industrial pela UnB, tem ganhado o mundo com sua arte nada industrial. Aos 27 anos, já participou de dezenas de exposições, recebeu grandes prêmios e publicou o livro Talvez o mundo não seja pequeno, pela Bolha, editora do Rio de Janeiro, com seus trabalhos. No ano passado, foi agraciado com o EDP nas Artes, do Instituto Tomie Ohtake de São Paulo. Também em 2012 participou de residência artística em Cruzeiro do Sul, no Acre. Neste ano, foi para outra residência, no The Banff Centre, no Canadá. Agora em novembro está com uma grande exposição individual na Galeria Fayga Ostrower, como vencedor do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013.  Na mostra Ausente Presente, estão desenhos das viagens para o Acre, o Canadá e a Alemanha. O curador da mostra, Paulo Miyada, escreveu sobre as obras:  “Que o olhar possa, portanto, navegar entre as ilhas de imagens e atracar em suas narrativas...”, e Ralph Gehre: “Os desenhos de Virgílio Neto exercem grande atração visual, não apenas pelo traço exemplar do artista ou pela variedade de assuntos que aborda, mas também pela forma como são entrelaçados numa sequência sináptica de forte atração pelo exercício do achamento”.
 
Amor pela moda, flerte com a política
 (Fotos: Zuleika de Souza/CB/DA Press)
 
Nathalia Abi-Ackel tentou ser advogada como a família de seu pai, o deputado Paulo Abi-Ackel, mas o sangue dos Leão falou mais alto. Filha de Valéria e neta de Moema, adora moda, comunicação e festas. Acabou abandonando o curso de direito. Com 16 anos, fez uma coleção de bijus que foi um sucesso! Morou um tempo na França, onde estudou a língua pátria e moda. Os blogs de moda adoram os looks criativos, cheios de peças vintage e assessórios da candanguinha. Chegou a montar, com Bruna Slavieiro, uma empresa de eventos, mas foi convidada para trabalhar em Nova York, no Brazil Foundation, onde passou oito meses. De volta ao Planalto, com a missão de continuar ajudando a arrecadar fundos para a ONG, e chamar a atenção para projetos, como o da brinquedoteca do Hospital do Paranoá. Agora, trabalha na Maison Ana Paula e faz alguns eventos com a amiga Bruna. Apesar da paixão por moda e eventos continuar, Nath está deixando o pai feliz, porque está começando a se interessar por política...
 
 (Ge Prado / Divulgação)
Ela não resiste à cozinha
 
Nas brincadeiras de criança aqui em Brasília, Ana Victoria Neddermeyer preferia as panelas às bonecas e, nos parquinhos, em vez de castelos de areia, fazia bolos. Assim, sempre com o pé na cozinha, se formou em marketing, mas não resistiu e cursou gastronomia no Iesb. Desde que se formou, em 2009, trabalhou em grandes restaurantes da cidade, como Gero e Gazebo. Foi para São Paulo e ficou quase um ano no lendário La Casserole, dedicando-se mais à parte de eventos. Vic está de volta à cidade, dando aulas de comidinhas saudáveis e sem glúten, cozinhando para pequenos grupos e prestando consultoria para restaurantes. Mesmo amando muito a cozinha francesa, avisa: “Em breve, Brasília terá uma casa que representa bem a comida brasileira! Estou deixando o novo cardápio do VB – Versão Brasileira – uma delícia!” Montar restaurante? Não. Ela diz que ainda não tem planos. Neste mês, sai do forno uma publicação sobre vinhos, parceria com o pai, o jornalista Wilson Pedrosa.
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