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No poder

Denise Rothenburg - Colunista Publicação:25/02/2014 14:09Atualização:25/02/2014 15:02

Falta um

Na largada de 2014, o ano da Copa e das eleições, dois nomes já se apresentaram para concorrer ao governo do Distrito Federal: o atual governador, Agnelo Queiroz (PT), e o senador Rodrigo Rollemberg, do PSB. Agnelo (dir.) tem o apoio do PMDB e do PCdoB. Rodrigo (esq.) tem o PDT, de Cristovam Buarque e José Reguffe, um pedetista quase Rede.


Haverá, pelo menos, mais um candidato de peso para essa corrida para fazer parceria aos palanques nacionais. Agnelo terá Dilma Rousseff e Lula em seu palanque. Rodrigo, Eduardo Campos, do PSB. Falta o parceiro do PSDB de Aécio Neves. O ex-governador José Roberto Arruda (ao lado), também natural de Minas Gerais, tentou buscar algum abrigo, mas não foi aceito. E os tucanos por aqui recorrem à rima: em tempo de manifestações, ninguém quer ter ao seu lado um candidato que precise dar muitas explicações.

 

Skindô, skindô!


A maioria dos distritais e federais planejam passar o carnaval em Brasília. A data é considerada o primeiro teste de popularidade. Dilma, no entanto, planeja circular pelo Brasil. Inicialmente, estão no programa Salvador e Rio de Janeiro. Só mudará os planos se o neto Gabriel pedir.

 

Os financiadores

 

Candidato ao governo de Goiás, Júnior da Friboi, do PMDB, conseguiu tirar o grupo JBS do colo do governador-candidato, Marconi Perillo. O JBS, para quem não se lembra, foi um dos recordistas de doações em 2010. Ao que tudo indica, não faltarão recursos para o pagamento do publicitário Duda Mendonça.

 

O ensaio de Blatter


No mais recente encontro da presidente Dilma Rousseff com o comandante da Fifa, Joseph Blatter, ele fez questão de conversar em português, um idioma que não domina. Dilma, sempre cuidadosa ao usar a língua de Camões, elogiou a performance. Sinal de que estão, realmente, em lua de mel. Até a próxima crise entre o governo e a Fifa.

 

Enfim, uma flor

 

Lou Menezes, que comanda o orquidário nacional, editará um livro no qual aparecerá catalogada a orquídea “Dilma Rousseff”. Quem conhece o humor da presidente da República saiu-se com esta: “Finalmente a chefe da nação vai virar uma flor em pessoa”. Em tempo: o orquidário está interditado. Risco de desabamento.

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EDIÇÃO 55 | Julho de 2017