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Gente da Capital | Zuleika de Souza

Zuleika de Souza - Publicação:18/06/2014 15:41Atualização:18/06/2014 16:16

ANFITRIÃO DA COPA

 (Zuleika de Souza/CB/DA Press)
Fabiano Cunha Campos só não nasceu aqui. Chegou com poucos meses e cresceu com a cidade. Conhecido pelo bom humor e pela elegância, faz parte da geração formada pelos tradicionais colégios Rosário e Maristão. Fez administração e engenharia. Hoje, é o gestor do Complexo Brasil 21, que ajudou o pai, Arnaldo Cunha Campos, a construir. O Complexo, com 200.000 m2, é o maior empreendimento da capital, com salas, lojas, três hotéis, 11 restaurantes, centro de convenções e espaço cultural com teatro. Na Copa, os hotéis estarão lotados com as delegações da Fifa e da CBF. Pelé e Ronaldo receberão o tratamento cinco estrelas do Meliá Brasil 21. O empresário promete rodas de samba na Praça Central. Do heliponto do hotel, Fabiano mostra a vista privilegiada da cidade e a proximidade com o estádio, que os hóspedes vão ganhar de brinde.



                                                                                                NOS BARCOS DE GALENO

 

 (Zuleika de Souza/CB/DA Press)
Galeno, piauiense do Delta do Parnaíba, veio em 1964 para o Planalto Central com a família, quando tinha 8 anos. Filho de Artur Pereira, um dos marceneiros que ajudou a construir a capital, tornou-se um dos maiores artistas plásticos do Brasil. Tem a sua arte consagrada e expôs pelo país e na Europa. Foi o escolhido pelo Iphan para pintar o interior da Igrejinha e substituir os afrescos de Alfredo Volpi, que foram destruídos. O trabalho do pintor é cheio das lembranças da infância no Piauí e dos acampamentos de candangos, onde viveu antes de se mudar para Brazlândia, onde mora e tem o seu ateliê. Em uma busca mais profunda dessas raízes, passou quase todo o ano de 2013 no seu ateliê piauiense, em Parnaíba. O resultado está até 27 de julho no Museu Nacional dos Correios, com curadoria do Ralph Gehre e realização da Galeria Referência. Na exposição, chama a atenção, além das megapinturas, a quantidade de barcos de todos tamanhos. Galeno explica que uma referência à sua forte ligação com as águas do Paranoá e do Delta.

 (Renata Ferraz/Divulgação)
E O DIREITO PERDEU PARA A ARTE


A ruiva e candanga Agatha Silvestre pisou a primeira vez no palco com 10 anos. De lá para cá, fez dezenas de peças amadoras até que uma agência de modelos a convidou para entrar nos seus quadros. A facilidade para decorar textos a levou para comerciais de TV. Enquanto estudava direito, fez vários cursos para atores. Em 2011, entrou para o grupo De 4 é Melhor e começou a fazer vídeos. Hoje, participa do Canal Só 1 Minuto, um sucesso no YouTube. Dos vídeos nasceu a peça Como Não Arruinar o Seu Relacionamento, que Agatha tem encenado pelo Brasil. Também tem uma página na internet: “A ideia do meu site surgiu para o público acompanhar de perto a minha rotina, meus trabalhos, eventos, parceiros, maquiagem, teatro, cinema, moda: um pouquinho de tudo que me cerca”. Ganhou milhares de seguidores e fãs. Parece que o direito perdeu uma bela advogada.

 

 

                                                                                                 NOS BASTIDORES

 (Zuleika de Souza/CB/DA Press)
Os irmãos Ana Alice e Luiz Fernando da Costa e Silva ganharam a concorrência do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) para trabalharem na infraestrutura do Estádio Nacional de Brasília. Eles fizeram a segurança, montaram o serviço médico e de brigadistas no período pré-Copa e prepararam o estádio para entregar a Fifa. Quando terminar a Copa, também serão os responsáveis pela desmontagem do esquema. Venceram a concorrência graças à experiência que a empresa deles, a A&C, tem em montagem e organização de eventos internacionais. Trabalharam na Copa das Confederações, na visita do Obama, em encontros dos Brics e do Mercosul e em muitos congressos médicos. Ana Alice nasceu no Maranhão e veio ainda bebê para Brasília com os pais, durante a construção da capital. Luiz já nasceu aqui. Ela é formada em turismo com especialização nos EUA e dirigiu o Brasília Convention & Visitors Bureau. Luiz Fernando fez letras na UnB e já assessorou vários governos do Distrito Federal.

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EDIÇÃO 58 | outubro de 2017