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Vencedor | Churrascaria »

Fogo de Chão

Tradição mantida

Da redação - Redação Publicação:01/09/2014 09:37

 (Bruno Pimentel / Encontro / DA Press)
O churrasco faz parte do DNA do gaúcho. “Desde pequenos, os rapazes ajudam o pai a assar as carnes e as senhoritas ficam na cozinha com a mãe preparando pães, saladas e arroz de carreteiro”, conta, saudoso, Cássio Alexandre, nascido na cidade de Rodeio Bonito (RS) e gerente da Fogo de Chão em Brasília.


A decoração da churrascaria na capital do país inclui, na entrada, uma vitrine com o tradicional fogo de chão assando lentamente grandes costelas, que depois de oito horas são servidas aos clientes. Dos 14 cortes de carne ofertados no rodízio, no almoço e no jantar (R$ 112 por pessoa), o mais cobiçado é a costela premium. “Retirada da parte dianteira do boi, é uma carne macia, suculenta e tem sabor diferenciado dos outros cortes”, detalha Elizandro Wolfardt, gerente de atendimento.


O bufê para acompanhar as carnes é bastante diversificado, mas unanimidade entre os comensais é a salada Caesar, complementada com rodelas de palmito, nacos de muçarela de búfala e aspargos frescos. O fim da refeição pede a clássica francesa pera ao vinho com sorvete de creme, que sai a R$ 23.


Para harmonizar o rodízio com vinho, a sugestão são os rótulos da casa: Fogo de Chão Cabernet-Touriga Nacional 2005 (R$ 145) ou o chileno Cabernet Sauvignon (R$ 118).

 

Elizandro Wolfardt, gerente 
de atendimento da Fogo de Chão 
em Brasília, conta um dos segredos do sucesso: temperar só com sal grosso generosas peças de carne bovina e assá-las na brasa (Bruno Pimentel / Encontro / DA Press)
Elizandro Wolfardt, gerente de atendimento da Fogo de Chão em Brasília, conta um dos segredos do sucesso: temperar só com sal grosso generosas peças de carne bovina e assá-las na brasa
 

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EDIÇÃO 55 | Julho de 2017