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Retratos da Cidade | Leilane Menezes »

Flores sobre rodas

Leilane Menezes - Colunista Publicação:03/11/2014 11:56Atualização:03/11/2014 12:07

 (Vinícius Santa Rosa/Encontro/DA Press)

 

 

Ela é presença garantida em eventos ao ar livre na capital. Carregada de lírios, gérberas e outras belezas, a floricultura móvel Dê-lírios circula há cerca de dois meses e chama a atenção do público por onde passa. Já esteve no calçadão da Asa Norte, no Parque da Cidade, na Esplanada dos Ministérios e em vários outros lugares. A professora Alice Maria Duarte sempre adorou pedalar e cultiva encantamento por flores. Descobriu que unir paixões faz bem. Alice monta arranjos no Ceasa, coloca-os na cesta pendurada na bicicleta e, enquanto se diverte em programas de fim de semana, oferece buquês. Um ramo simples de flor, com direito a bilhete, pode sair a R$ 5 (o preço não é fixo). Um arranjo mais completo, com lírios, astromélias e girassol, custa até R$ 20. “Nossa identidade está em construção. No futuro, pretendo trabalhar também com assinaturas, entregar flores toda semana para as pessoas, em casa”, diz Alice. Informações:

www.facebook.com/bikeflowershop.

 

 

 

 Praça do povo 
Parte da 107 Norte, próxima à área comercial, parecia o jardim de uma grande casa em uma tarde de sábado de setembro. Visitantes espalharam almofadas pelo chão e aproveitaram o dia. Um movimento independente, formado por pessoas que desejam ver os espaços urbanos melhor aproveitados pela população brasiliense, convocou quem quisesse praticar o desapego a participar de uma feira de trocas de objetos a esparramar cangas pelo chão. Trocaram-se roupas, discos e objetos de decoração, principalmente. DJs e vendedores de comidas veganas eram algumas das atrações. A intenção é transformar a praça em cenário frequente para eventos como esse.
Praça do povo

Parte da 107 Norte, próxima à área comercial, parecia o jardim de uma grande casa em uma tarde de sábado de setembro. Visitantes espalharam almofadas pelo chão e aproveitaram o dia. Um movimento independente, formado por pessoas que desejam ver os espaços urbanos melhor aproveitados pela população brasiliense, convocou quem quisesse praticar o desapego a participar de uma feira de trocas de objetos a esparramar cangas pelo chão. Trocaram-se roupas, discos e objetos de decoração, principalmente. DJs e vendedores de comidas veganas eram algumas das atrações. A intenção é transformar a praça em cenário frequente para eventos como esse.

 

 

 (Monique Renne/CB/DA Press)

 

Preciosidade guardada

No subsolo do Conic tem de tudo, inclusive histórias de tempos glamorosos, vestígios de personagens históricos que compõem Brasília. Trancado em uma sala na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, o acervo de peças, como vestidos e acessórios usados por uma das maiores damas do teatro brasileiro, esconde-se dos olhos do público. Em 2009, uma exposição com os figurinos de Dulcina passou pelo Rio de Janeiro e Brasília. Depois disso, os chapéus, vestidos e sapatos permaneceram inacessíveis. A maioria das peças foi desenhada pela atriz, que escolheu Brasília, em 1972, para fundar sua escola universitária de teatro, pois acreditava na vocação da cidade para a cultura. A faculdade procura apoio para criar um museu, com visita guiada e projetos educativos. Até lá, qualquer pessoa pode pedir autorização para conhecer o acervo. Informações: producao.dulcinademoraes@gmail.com

 

 

 

Estrela da quadra
Um exemplar de gameleira é conhecido como 'a melhor árvore da Asa Norte' e tem a fama de proporcionar a mais confortável sombra da cidade. Não houve eleição, a honraria é popular. Em frente ao Mercado Cobogó, na 704/705 Norte, um misto de loja, café, galeria de arte e ponto de encontro, as enormes raízes da gameleira conquistam olhares e despertam o afeto de quem convive nesse espaço. Em 21 de setembro, quando se comemorou o Dia da Árvore, o Cobogó promoveu feira de alimentos orgânicos, produtos reciclados e outros itens produzidos de maneira sustentável, para celebrar a natureza, ao redor da árvore. A equipe da loja fixou 20 orquídeas no tronco, para deixar o quintal ainda mais alegre.
Estrela da quadra

Um exemplar de gameleira é conhecido como "a melhor árvore da Asa Norte" e tem a fama de proporcionar a mais confortável sombra da cidade. Não houve eleição, a honraria é popular. Em frente ao Mercado Cobogó, na 704/705 Norte, um misto de loja, café, galeria de arte e ponto de encontro, as enormes raízes da gameleira conquistam olhares e despertam o afeto de quem convive nesse espaço. Em 21 de setembro, quando se comemorou o Dia da Árvore, o Cobogó promoveu feira de alimentos orgânicos, produtos reciclados e outros itens produzidos de maneira sustentável, para celebrar a natureza, ao redor da árvore. A equipe da loja fixou 20 orquídeas no tronco, para deixar o quintal ainda mais alegre.

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EDIÇÃO 55 | Julho de 2017