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Tecnologia | Serviço »

Encurtando as distâncias

Aplicativos para celular ajudam a amenizar a saudade de quem fica longe em férias

Cecília Garcia - Redação Publicação:20/12/2014 20:00Atualização:07/01/2015 11:51

Flávia Bracarense usa aplicativos do smartphone para falar com os filhos: um deles estará na Irlanda nas festas de Natal e ano-novo (Vinícius Santa Rosa/Encontro/D.A. Press)
Flávia Bracarense usa aplicativos do smartphone para falar com os filhos: um deles estará na Irlanda nas festas de Natal e ano-novo
A saudade entre familiares e amigos bate mais forte nesta época do ano, quando muitas pessoas estão viajando de férias, e especialmente quando a distância é duradoura. Nessa hora, ouvir a voz não basta. É preciso ver fotos, ouvir áudios, assistir a vídeos, trocar mensagens. Para isso, existem boas opções de aplicativos para smartphones que podem encurtar, mesmo que um pouco, as distâncias entre pessoas queridas.


A servidora pública Flávia Gadoni Bracarense tem baixados em seu telefone Skype, Viber, WhatsApp, Facebook e Gmail. São esses os aplicativos que permitem à moradora do Park Way estar mais unida a seus três filhos. Um deles mora na Irlanda desde julho, e a comunicação familiar acontece basicamente via internet no celular. O aplicativo preferido da família é o instrumento por onde são trocadas informações, novidades, imagens, vídeos e áudios. Por meio dele, os membros conversam praticamente todos os dias. “Tenho uma relação muito transparente com meus filhos. Não há nada que converso com um que os outros não possam saber.” O filho residente no exterior costuma mandar imagens para os irmãos e a mãe no Brasil. Mas um dos recursos mais usados pela família são os áudios.


Em  outros períodos, Flávia já vivenciou a saudade trazida pela distância. Um de seus meninos morou fora do país quatro vezes. A comunicação era via internet, na frente do computador, por meio de um programa instalado. “Até então esse era o que melhor me atendia, até financeiramente. Tinha áudio e vídeo, mas ficava dependente do computador, de estar em casa”, conta. Hoje, ela tem a versão do aplicativo em seu celular. “A minha história com o mundo da tecnologia é muito grande. Sempre utilizo esses recursos para estabelecer e manter relações pessoais, afetivas e emocionais”, conta.

 

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EDIÇÃO 58 | outubro de 2017